Festa do Peão bate recorde de público em Valentim Gentil

Evento reuniu cerca de 90 mil pessoas em cinco dias

Segundo dados divulgados pela Policia Militar nesta última terça-feira, a 26ª Festa do Peão de Valentim Gentil reuniu aproximadamente 90 mil pessoas durante os cinco dias do evento, que aconteceu de 28 de abril a 02 de maio. Este foi o maior público já registrando para a Festa do Peão na cidade.

De acordo com a comissão organizadora, esta foi uma das melhores festas já realizadas. Além de uma grade de shows de primeira, com artistas como Zé Henrique e Gabriel, Edson (ex-Edson e Hudson), Mato Grosso e Mathias, João Carreiro e Capataz e Maurício e Luciano, o evento também contou com a participação de peões renomados que disputaram mais de R$ 80 mil em prêmios nas modalidades Touro, Cavalo, Prova do Laço e Três Tambores.

O diretor de rodeio da festa, Adão Vital Maciel, explicou que uma das pretensões deste ano foi justamente fazer o rodeio profissional crescer em termos de competitividade. “Contratamos as melhores tropas e aumentamos o valor da nossa premiação. Isso fez com que peões de renome optassem por Valentim Gentil ao invés de outras cidades”, diz.

Além da programação, que foi cuidadosamente elaborada, a 26ª Festa do Peão de Valentim Gentil também trouxe novidades na sua estrutura física. Este ano as arquibancadas, que eram cobertas, comportaram 8 mil pessoas sentadas, o que representa o dobro da capacidade dos outros anos, que era de apenas 4 mil espectadores.

Já no quesito segurança, as equipes das polícias Civil e Militar alegam ter registrado poucas ocorrências durante as festividades. Tanto a Polícia Civil quanto a Militar consideraram o evento bastante tranquilo, sobretudo se levado em conta a grande quantidade de pessoas presentes.

Fonte:
Diego Segura
Assessor de Imprensa
Prefeitura Municipal de Valentim Gentil - SP
Contatos: (17) 3485-9400 ou (17) 8134-7090

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DONA ARCANJA OU ANJO MAIOR - Dedicação aos que vinham e aos que partiam deste mundo.





Enquanto a civilização não chegava até o eixo Tanabí / Porto Taboado, os moradores do largo corredor entre os rios Grande e São José dos Dourados buscavam sua sobrevivência em harmonia com a natureza, valendo se de todos os recursos para a manutenção da própria espécie. Talvez a pior das ameaças fosse a mortalidade infantil responsável por baixas significativas na faixa etária do primeiro lustre de vida.

O sertanejo defendia-se de quase que somente com as benzições e promessas, mesmo sabendo que a possibilidade de sucesso era desanimadora. Sua crença não se abatia com os golpes da fatalidade, e mantinha vivo o seu conformismo dizendo, nas horas mais amargas, que tudo é feito segundo a vontade de Deus.

Como a lei natural do equilíbrio populacional é sabia, e ninguém pensava em planejamento familiar naquele tempo, um elevado número de partos pipocava entre as mais humildes camadas sociais. Daí surgia á importância das parteiras distribuídas entre a escassa população. Suas experiências e habilidades tentavam suprir a falta do avental branco da saúde, até então desconhecido, porque os recursos médicos não chegavam por ali. Em casos extremos, de detecção de leprosos por exemplo, quem aparecia era a polícia para capturar e encaminhar o enfermo condenado a passar o resto da vida nos temíveis leprosários.

As parteiras surgiam como se fossem anjos focados pelo fervor das preces. Uma delas era Dona Arcanja, ou super anjo como diz o próprio nome. È sobre esse nome do passado fujão que vamos comentar.

Dona Arcanja Maria de Jesus viveu entre 1867 e 1969, nas cercanias dos povoados nascentes de Tanabí, Cosmorama e Ecatu, cujo reconhecimento pelas suas habilidades chegava ultrapassar as fronteiras geográficas citadas. Solicitada por todas ass bandas, lá onde o carro de boi cantador ou os cascos dos cavalos pudessem levá-la. E tivessem alguém querendo vir ao mundo, as boas vindas eram com ela mesma. Gerações de idosos, jovens e crianças vieram á luz aparados por suas mãos vigorosas e dispostas.

As jovens mães de primeira viagem nada sabiam de hereditário que lhes instruíssem na fase da adolescência. Não havia diálogo, a filha não recebia qualquer forma de orientação, porque falar das maravilhas da concepção, gravidez e procriação era uma sacrílega tentação. No momento de enfrentar a parteira pela primeira vez parecia o preparo para um salto sobre o abismo, e nessa situação delicada a profissional conquistava a confiança da neófita. Mostrava que sabia de tudo, dos perigos e precauções. Posicionava se entre o Criador e a criatura e se fazia de elo dos recursos da cura caseira com o paciente.

Mas a dedicação de Dona Arcanja não era apenas para com aqueles que vinham ao mundo; para os que se iam também; mandou cercar um cemitério com lascas de aroeira para o sepultamento de anjinhos ( crianças com menos de sete anos ). No centro do pequeno quadrado, assinalando o cristianismo, a cruz, sinal sacrossanto também de aroeira, para que nunca mais acabasse, lá está com mais de 75 anos. Com o zelo que vem sendo recebido dos netos e bisnetos, a relíquia certamente chegará a um século.
Um dos 8 filhos de Dona Arcanja, João Pedro Bessa e as gerações seguintes mantiveram literalmente a chama acesa pela ascendente. No dia 3 de maio (dedicado a Santa Cruz) muitos pavios de algodão eram acesos sobre azeite caseiro depositado na concavidade das cascas de laranja, preparadas uma a uma sem bagaço, e em forma de candeia, alinhadas sobre as lascas do cercado, tal como ainda se repete anualmente. O espetáculo noturno é de um grande rosário cujas contas são os pontos luminosos. Atualmente, os pavios de tecido são substituídos pelas velas de parafina, mas o terço, os cântico a contribuição, o café, o biscoito e os doces permanecem; o anisete servia e serve para alegrar os espíritos

Nossa personagem central prescrevia o resguardo pós natal de 40 dias de reclusão das parturientes, sem tomar vento nem banho, a base de caldo de galinha, costume esse seguido desde que nossa terra passou a se chamar Brasil. Estivemos a um passo atrás de nossos índios em matéria de criação, mas com Dona Arcanja não havia tanta fragilidade, não tinha inveja de índias, nunca soube o que era dieta. Comia de tudo sem saber se estava claro ou escuro, de noite ou de dia, a qualquer hora o tutu de feijão com torresmo era bem aceito. Rapadura, farinha e leite desciam como se fosse um sonífero antes de se deitar. Aos 100 anos costumava sem incomodar os filhos para enfiar a linha que parece mais grossa que o buraco da agulha. Nessas alturas, já não sabemos se os filhos ainda seriam capazes disso; já deviam ter suas dificuldades, ela não, nunca usou óculos. Morreu com 103 anos!

Fonte: Evandro Junior Ferreira
Pesquisador de cultura popular
Contato: estradeirovotu@hotmail.com

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1° Encontro Nacional de Turismo em Comunidades Quilombolas

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67º Aniversário de Valentim Gentil

Para comemorar o 67º aniversário de Valentim Gentil serão realizados diversos eventos tradicionais. Confira a programação do final de semana na cidade:

Desfile Cívico:

- Domingo, 9h, na Avenida Cavalin

- Para o Desfile estão previstas a participação das escolas de Valentim Gentil, das entidades assistenciais e demais órgãos públicos do município, além de associações e grupos como o da terceira idade.

Cavalgada:

- Domingo, 9h, na Avenida Cavalin.

- Reunirá de 700 a 1.000 cavaleiros, divididos em cerca de 30 comitivas, vindas de diversas regiões do estado.

Queima do Alho:

- Domingo, 12h, Estância Kunihira (Vicinal Marcírio Gomes)

- Realizada pelo 2º ano consecutivo no município, será um evento voltado para os tropeiros que participarão da cavalgada. Este é um evento típico, que busca resgatar as tradições dos antigos cavaleiros.

- Será um almoço com comidas típicas como arroz carreteiro, feijão tropeiro, lingüiça, vários tipos de carnes, entre outros.

- A participação é exclusiva dos cavaleiros inscritos na Cavalgada.

Campeonato de Pesca:

- Segunda, 8h30, na Chopplândia

- É um evento tradicional que acontece há mais de 20 nos no município e conta com premiações para diversas modalidades, como o maior, o menor peixe e a maior quantidade de peixes.

Fonte:
Diego Segura
Assessor de Imprensa
Prefeitura Municipal de Valentim Gentil - SP
Contatos: (17) 3485-9400 ou (17) 8134-7090

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Fernandópolis está entre as pré-selecionadas para ser subsede da Copa de 2014


Fernandópolis foi pré-selecionada pelo Comitê Executivo Paulista para ser subsede da Copa do Mundo que acontecerá no Brasil em 2014. Entre os 41 municípios pré-escolhidos, apenas três cidades da região estão na lista. São elas: Fernandópolis, Mirassol e São José do Rio Preto.

A escolha foi realizada pelo Comitê Executivo Paulista - vinculado à Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo - por meio de um questionário que foi enviado para as 645 cidades do Estado. Apenas 86 tiveram interesse em responder e, deste total, 41 foram pré-escolhidas após uma triagem para a etapa seguinte.

Nesta quarta-feira, 28, o prefeito de Fernandópolis Luiz Vilar comentou durante uma coletiva de imprensa que a notícia da pré-seleção deixou a todos felizes e que torce para que o município seja selecionado.

Entre os atrativos de Fernandópolis, o que mais chamou a atenção do Comitê Paulista foi o Água Viva Thermas Club, que dispõe de boa estrutura, com hotel, restaurante e piscina.

Nesta quarta-feira, 28, o Comitê encaminhou um ofício à Prefeitura de Fernandópolis para saber se o Hotel comporta 50 pessoas. Foi solicitado também um relatório geral da estrutura do Água Viva Thermas Club.

Uma reunião está marcada para o dia 18, em São Paulo, onde as cidades pré-selecionadas irão discutir as condições, intenções e adequação às exigências do Comitê Paulista.

A escolha oficial das cidades paulistas que serão subsedes vai ocorrer a partir de 2012.

Veja lista completa das pré-selecionadas:

Águas de Lindóia
Águas de São Pedro
Araraquara
Barueri
Bragança Paulista
Campinas
Cesario Lange
Cotia
Cruzeiro
Fernandópolis
Franca
Guaratinguetá
Guarujá
Guarulhos
Itanhaém
Ituverava
Jaguariúna
Jundiaí
Lençóis Paulista
Limeira
Mairiporã
Marília
Mirassol
Mogi das Cruzes
Piracicaba
Pirajú
Porto Feliz
Presidente Prudente
Ribeirão Preto
Santo André
Santos
São Bernardo do Campo
São Caetano do Sul
São Carlos
São José do Rio Preto
São José dos Campos
São Paulo
São Roque
Suzano
Tupã
Ubatuba

Fonte: Assessoria de Imprensa
Prefeitura de Votuporanga

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ACONTECE A MAIS DE 70 ANOS

Revolução de 1932. Uma guerra civil no coração de São Paulo e desencadeando um clima hostil e de desespero. O fato de morar no interior do Estado podia dar certa segurança aos paulistas. Mas, à época, correu um boato de que um embate entre as forças militares de Minas Gerais e de São Paulo aconteceria justamente nessa região, preocupando excessivamente os moradores.

As famílias Santana e Candido de Marques moravam no que é hoje os municípios de Ouroeste e Indiaporã e ficaram aflitas com as bélicas notícias. Preocupados com a perturbação da paz que uma guerra causa, recorreram ao divino. Voltaram suas atenções a São Sebastião e fizeram uma promessa ao mártir: se ele impedisse confronto das duas tropas nas proximidades de suas terras, fariam uma novena em homenagem a ele pelo resto de suas vidas.

Altar de São Sebastião

A história mostra que tal combate não aconteceu nestas terras e, desde então, a novena vem se realizando.

Fieis a São Sebastião

Isso foi há 78 anos.

Os que fizeram a promessa cumpriram sua carreira terrestre, mas isso não significou o fim da novena. Sensibilizado com a devoção do pai, o senhor Geraldo Candido da Silva continuou realizando-a até o presente. A novena tornou-se uma tradição regional, freqüentada por todos os devotos de São Sebastião. E, neste ano, o senhor Geraldo comoveu a todos ao passar uma rosa, no final da novena, à senhora Alice Marques da Silva, viúva do irmão Mario Marques da Silva. A flor simboliza a responsabilidade de realizar o feito e a responsabilidade de transmitir a tradição para os filhos.

Mesa de oferendas

Fonte: Revista Acontece
Contato: Nátalie ou Carlos
17 3453-2059 - 3453-2059 - 8126-1874
revistaacontece@hotmail.com / revistaacontece10@gmail.com

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Dança flamenca lota Teatro Municipal no sábado em Fernandópolis



Fortes emoções vivenciou o grande público que esteve presente no Teatro Municipal, no último sábado, para assistir ao encerramento da primeira etapa do Circuito Cultural Paulista 2010, que exibiu músicas flamencas com o Grupo Luceros.

Ao som de instrumentos percussivos, guitarra, contrabaixo e acordeon, os “Luceros” – que é composto por quatro bailarinos e três músicos - apresentou diversas canções com figurino especial e coreografias típicas da dança.

O espetáculo também traz o encontro do músico e compositor Toninho Ferragutti que, na segunda parte do espetáculo, uniu ao tradicional flamenco, o ritmo brasileiro através do acordeon.

Os 50 minutos de apresentação foram poucos para satisfazer a plateia de Fernandópolis e região, que saiu no Teatro pedindo bis.

Estiveram presentes no evento, adultos, jovens, crianças, escolas da região e pessoas que ajudam a promover a cultura, como o Grupo "Zeca e Poesia e Seresta", que está preparando seu primeiro CD comemorativo aos 12 anos de trabalho. Também esteve presente no Teatro Municipal, o vereador e ex-Diretor Municipal de Cultura, André Pessuto e família e o estudante do curso de Jornalismo da Fundação Educacional de Fernandópolis (FEF), Eduardo Uliana, que está elaborando seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na área da Cultura e aproveitou para entrevistar os “Luceros” e colher material para o seu TCC.

Circuito Cultural Paulista

O Circuito Cultura Paulista 2010 teve início em março e trouxe uma série de programações nacionais e internacionais para Fernandópolis. A primeira atração a se apresentar no Teatro Municipal foi o músico venezuelano Douglas Felis. Depois foi a vez do Teatro Quixotes - Circo Navegador - se apresentar na Praça da Matriz. O terceiro espetáculo, voltado para o público infantil, foio Flaustista de Hamelin da Cia Furunfunfum, que aconteceu no Teatro. Por último, o Grupo Luceros com a dança flamenca.

A nova programação do Circuito Cultural Paulista – que é promovido pela Diretoria de Cultura de Fernandópolis - será divulgada nos próximos dias.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Prefeitura de Fernandópolis

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Desfile Cívico e Cavalgada acontecerão neste domingo em Valentim

Como parte das comemorações ao aniversário de 67 anos de Valentim Gentil, serão realizados neste domingo, às 9h da manhã, na Avenida Cavalin, o Desfile Cívico e a Cavalgada, dois eventos tradicionais no município.

Para o Desfile estão previstas a participação das escolas de Valentim Gentil, das entidades assistenciais e demais órgãos públicos do município, além de associações e grupos como o da terceira idade.

Já a cavalgada contará com a participação de várias comitivas já inscritas para o evento, vindas de diversas regiões do estado. As tropas também participarão da Queima do Alho, um almoço tradicional, que acontecerá ao meio dia do domingo, na estância Kunihira, localizada na vicinal Marcírio Gomes.

Fonte:
Diego Segura
Assessor de Imprensa
Prefeitura Municipal de Valentim Gentil - SP
Contatos: (17) 3485-9400 ou (17) 8134-7090

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Mira Estrela – Um pedaço inesquecível de paraíso


Com uma das mais belas prainhas da região, trilha ecológica e ranchos com boa infraestrutura, Mira Estrela é cenário perfeito para muita diversão, lazer e descanso. Nossa viagem por este pedaço inesquecível de paraíso começa agora.

Durante quatro dias, a equipe de Imagem embarcou numa aventura inesquecível, visitando cenários encantadores em Mira Estrela/SP, um verdadeiro pedaço de paraíso que abriga vida selvagem variada e ótimas opções de lazer às margens do Rio Grande.

Localizada na Região Noroeste do Estado, Mira Estrela cultiva em sua área urbana aquele “jeitão” de cidade pequena, onde é possível encontrar nos bancos da praça central um bom bate-papo entre velhos amigos, crianças brincando despreocupadas pelas ruas e, nos bares e lanchonetes, muita conversa de pescador.

Iniciamos nossa aventura conhecendo um pouco da história de Mira Estrela e encontramos, no centro da cidade, um espaço destinado ao artesanato regional. Denominada Culturarte, essa espécie de casa da cultura abriga uma variedade de objetos de época e um rico artesanato, em sua maioria confeccionado por moradores, também se encontra ali um dos únicos acervos de fotos históricas existentes que reproduzem a odisséia do fundador Cândido Brasil Estrela.

Prainha

Seguindo viagem, deslocamos até a Prainha, um verdadeiro cartão postal de Mira Estrela. Logo na entrada, um espetacular corredor natural, formado por denso bambuzal, indicava o que estava por vir: natureza exuberante com sabor de aventura.

Enquanto aguardávamos o guia que nos levaria através do Rio Grande, procuramos conhecer os detalhes que fazem da Prainha de Mira Estrela uma das melhores opções de lazer da Região.

Dotada de atributos naturais e de boa infraestrutura, a Prainha atrai muitos visitantes durante o ano todo. É, sem dúvida, um retrato fiel da preocupação da Prefeitura com a preservação do meio ambiente, pois é possível perceber o cuidado e dedicação dos funcionários com a conservação das instalações que incluem quiosques, casas de veraneio (chalés), lanchonete, banquinhos de praça instalados à sombra das árvores e barracas. A arborização é um espetáculo à parte e contribui para deixar a paisagem mais bonita e agradável. É possível, mesmo com a presença de turistas, encontrar na Prainha de Mira Estrela a companhia de pássaros de várias espécies e, com um pouquinho de paciência, até, quem sabe, pescar.

Rio Grande

O rio que banha Mira Estrela e é a atração principal de nossa aventura, assusta pelo tamanho e impressiona pela beleza. Já era início de tarde em nosso primeiro dia de aventura quando fomos apresentados ao guia Jesus Jair Domingos Sobrinho, um jovem morador do local, de 32 anos e que pilota barcos pelo Rio Grande desde os 07 anos de idade.

Saímos na embarcação com destino a Indiaporã e Água Vermelha, com a missão de observar e registrar os mais belos pontos turísticos. Tarefa que se mostrou árdua, tamanha era a gama de paisagens encontradas à nossa volta.

Napoleão
Local muito visitado por pescadores e turistas, a “Pedreira do Napoleão”, que tem esse nome em homenagem ao dono das terras onde se localiza este verdadeiro santuário ecológico, é uma paisagem de encher os olhos. Com água cristalina ao redor e pedras esculpidas pela ação do Rio Grande, da sedimentação e dos ventos, é uma formação muito bonita ao longo de quase um quilômetro de costa, sendo possível perceber vários “bicos” interessantes para a prática da pesca.

Ranchos e condomínios

No segundo dia de nossa aventura, percorremos os condomínios e as chamadas “glebas” de ranchos, localizados às margens do Rio Grande, ora por água, ora desembarcados, o que nos proporcionou imagens lindíssimas e boas prosas com pescadores e proprietários de ranchos e pudemos perceber, por parte deles, uma preocupação maior com a preservação das matas ciliares. Em muitos ranchos, o processo de recuperação destas matas mostra que muito se investiu nos últimos anos e o resultado é uma paisagem agradável, com muita sombra à beira d’água.

Pelo rio, pudemos notar uma fauna rica, com pássaros de muitas espécies compondo a paisagem, além, é claro, dos peixes, forte atrativo que motiva turistas, condôminos e rancheiros à pratica da pesca esportiva. Tucunarés, Corvinas, Porquinhos, Mandis e Barbados fazem parte da variedade de peixes encontrados por toda a extensão do Rio Grande.

Com os investimentos por parte dos proprietários e a ascensão do ecoturismo, torna-se difícil não esquecer tudo quando se está à beira d’água neste paraíso.

Curiosidades

Ao percorrermos ranchos e propriedades, em nosso terceiro dia de aventura, deparamos com muitas cenas curiosas e até impressionantes. Uma delas nos chamou a atenção, trata-se de um cupinzeiro gigante, localizado num sítio às margens do Rio Grande, entre a Prainha e os condomínios. Com uma circunferência de cerca de quinze metros em sua base e altura estimada em quase três metros, o “cupim gigante”, como foi apelidado por nossa equipe, é, com certeza, o maior exemplar de que se tem notícia no interior do Estado.

Outra imagem de rara beleza foi capturada por nossas lentes nas proximidades dos condomínios de ranchos. Desta vez, uma árvore gigantesca, da família dos Angicos e já sem vida, mantém-se de pé, imponente em meio à paisagem, como que a admirar a beleza do Rio Grande, uma testemunha do tempo que acompanha há muito as mudanças ocorridas ao longo de décadas.

Fonte: Texto e reportagem: Mauro de Sá
Revista Imagem Grandes Lagos
Contato: Admilson José Garcia
admilsongarcia@hotmail.com

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Feira do Livro de Votuporanga começa hoje

A Feira do Livro de Votuporanga, evento que faz parte da Semana de Incentivo à Leitura organizada pela Secretaria da Educação, Cultura e Turismo de Votuporanga, terá cerimônia de abertura nesta segunda-feira, às 18 horas, com presença de autoridades municipais e apresentação da Corporação Musical Zequinha de Abreu, seguida por apresentações de esquetes teatrais no estilo clown dos alunos da oficina municipal de teatro do bairro Pró-Povo, sob a orientação do professor Giovani Mantovani.

O evento tem início na segunda e segue até sexta-feira, das 08h às 19h, no pátio inferior da Biblioteca Escolar Central Castro Alves.

Programação da Feira:

Dia 26
Das 8h às 10h e das 13h às 15h
“Pimenta no cocuruto”, da escritora Ana Maria Machado
Sinopse: Quando uma pimenta cai no cocuruto de uma galinha, tem início a maior confusão. Alarmada, a ave anuncia que o mundo vai se acabar e que seu cocuruto lhe dizia tal adivinhação. E um bicho foi passando a informação para outro até que todos saíram desesperados em disparada, por causa do fim do mundo. Até o homem acreditou nessa história e caiu, quebrando a perna. Restou saber de quem foi a culpa. Uns acusavam a galinha, outros a andorinha. Mas a culpa é do homem, pois “quem apavorado some, bem depressa se consome”.

Dia 27
Das 8h às 10h
“O casamento de Porcolino”, de Helme Heine
Sinopse: Os convidados de Porcolino, não muito comportados, acabam de chegar. A noiva sente no ar um cheiro estranho e sugere que a turma toda tome um banho. O texto foi considerado altamente recomendável para as crianças, na categoria tradução, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Das 13h às 15h, a mesma companhia apresenta esquetes sobre o uso e a conservação dos livros.
Das 16h às 19h, visitação e troca de livros, ao som da música popular brasileira do grupo “Os Partideiros”, de Votuporanga.

Dia 28
Das 08h às 10h e das 13h às 15h
O grupo de contadores de histórias, vestido à caráter e usando objetos ilustrativos, irá narrar várias histórias infantis, com destaque para “Marcelo, marmelo, martelo”, de Ruth Rocha.
Sinopse: História de um menino chamado Marcelo, que era muito curioso e fazia muitas perguntas. Inconformado com os nomes dos objetos, inventou um jeito novo de falar.
Das 10h às 11h30 das 15h às 16h30, autógrafos e bate-papo com o escritor Jorge Xavier, autor do livro “Votuporanga além de sua história”.
A partir das 18h, música com grupo “Cânticos Nobres”.

Dia 29
Das 8h às 10h e das 13 às 15h
“Vira-lata”, de Stephen Michael King
Sinopse: História de um cachorro de rua que foi encontrado e adotado por uma família e com seu jeito dócil passa a ser a alegria da casa, ensinando didaticamente às crianças a proteger e amar os animais.
Das 17h às 18h
Apresentação do grupo de tambores da Vila Carvalho, projeto “Educação em período integral”, com orientação da professora Jussara Beloni, cujo foco é levar conhecimentos de nossa cultura, através da música.

Dia 30
Das 08h às 10h e das 13 às 15h
“O barulho fantasma”, de Sônia Junqueira
Sinopse: Mário estava deitado no chão muito tranqüilo, fazendo sua lição, quando ouviu um barulho: TREC! TREC! TREC! Assustado, perguntava assustado: - Quem está aí? Responda-me! E nada descobria. Ele foi atrás do barulho que parecia fugir quando ele se aproximava. De repente sentiu algo em seu pescoço! Ai, ai, ai... O que Mário encontrou que fazia tamanho barulho?
Das 18h às 19h
Sarau Cultural, com o Coral de Violas “A voz do sertão” de Votuporanga, apresentando números de nossa música raiz, dança da Catira, recitação de poesias e declamação de textos.

Fonte: Departamento de Cultura de Votuporanga

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